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Mundo Animal » ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO » Cães » Escolher e receber
Decidi ter um cão
Qual a raça que devo escolher?
Escolho um cachorro ou um cão mais velho?
Escolho um cão ou uma cadela?
A chegada à nova casa
A escolha do nome
Decidi ter um cão

Tem a certeza ?

A decisão de ter um cão pressupõe que foram ponderados diversos aspectos.

Ter um cão implica custos, financeiros e de tempo.
Não existem cães “de graça”; além do custo da sua aquisição, é preciso considerar outros, nomeadamente os inerentes à alimentação, desparasitações, vacinações e outras despesas de veterinário, casota e cama, comedouro e bebedouro, champô e escova para o pelo, escova e pasta de dentes, coleira e trela, ossos de roer, biscoitos, brinquedos, para referir apenas os mais importantes.

É preciso também ter tempo, os cães têm que ser educados e têm necessidades de socialização e interacção; além disso, para quê ter um cão se não houver tempo para usufruir da sua companhia ?

Se realmente tem a certeza que quer ter um cão, terá que decidir qual a raça, idade e sexo mais convenientes para o que pretende do seu novo animal de estimação.

Quaisquer que sejam as suas opções, não escolha o seu novo cão com pressa, gaste o tempo que for preciso até ter a certeza da sua escolha, não se esqueça que o seu novo cão será mais um ser dentro de casa.

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Qual a raça que devo escolher?

Não escolha o seu novo cão considerando apenas as suas preferências estéticas. Para escolher um cão deverá saber exactamente o que pretende dele; é apenas uma companhia em casa, ou é para caça, para cão de guarda, ou para conviver com crianças ?

Deverá ter em conta o seu estilo de vida, o espaço onde o animal irá viver, as disponibilidades financeiras e naturalmente o temperamento das raças possíveis e os cuidados que exigem.

Por exemplo, não se esqueça que um cão grande precisa de mais espaço e é em geral mais dispendioso, mas pode também ser mais calmo e adaptar-se bem a um apartamento.

Não se esqueça também que os animais de pelo comprido necessitam de mais tempo e recursos para cuidar dele.

Caso o seu objectivo seja apenas uma companhia em casa, praticamente qualquer tipo de cão servirá. Pelo contrário, quando se têm em mente objectivos específicos, é necessário uma escolha mais criteriosa. Neste caso, a opção por um cão de raça facilita bastante a escolha do animal ideal. No entanto, é naturalmente a opção mais dispendiosa e, apesar de ser mais provável, nunca é possível garantir que obterá o que pretende.

Quando a opção é um cão de raça, consulte os livros e outras publicações sobre raças de cães, fale com pessoas entendidas no assunto, informe-se sobre os criadores possuem a raça que pretende, visite os canis e tente conhecer o mais possível sobre a genealogia dos animais disponíveis e características dos ascendentes.

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Escolho um cachorro ou um cão mais velho?

Ambos têm vantagens e desvantagens. Pondere sobre este assunto tendo em conta também as suas disponibilidades, o tempo que pode dedicar ao animal e o que pretende do cão. Num caso ou noutro, será ideal conseguir um exame do veterinário antes de adquirir o animal.

- A minha escolha foi um cachorro

Na maioria dos casos, a opção escolhida é um animal muito jovem. Normalmente isto implica um custo de aquisição superior, uma necessidade de dedicar mais tempo à educação e treino do animal, visitas mais frequentes ao veterinário e a passagem por fases de vida difíceis, como a de roer objectos de casa.

Neste caso, a melhor opção é adquirir o cachorro com cerca de dois meses de idade, altura favorável para criar novos laços afectivos e para iniciar o treino dos animais. É importante que os cachorros não sejam separados dos irmãos de ninhada e da mãe antes das sete semanas de idade já que até esta altura que aprendem comportamentos específicos da sua espécie, nomeadamente no que se refere à higiene e ao respeito pelas hierarquias.

Estando perante um grupo de cachorros para escolher o seu novo animal de companhia, observe-os detalhadamente e com tempo. Mais uma vez, não se deixe tentar por escolher o animal que mais lhe agrada em termos estéticos, tendo também em consideração na sua escolha, entre outros aspectos, um animal que não seja nem dominante nem submisso, que se mostre amigável e que não se assuste facilmente. Um cão que às sete/oito semanas goste de brincar, procure atenção e reaja positivamente a manifestações afectivas será certamente uma boa escolha.

 
- A minha escolha foi um cão adulto

Apesar de existirem muitos cães a precisar de uma nova casa e de pensar que uma escolha deste tipo lhe poderá poupar as exigências associadas às necessidades e à educação de um animal desde muito jovem, não se esqueça que muitos cães adultos são oferecidos pelos seus proprietários anteriores devido a problemas de saúde ou de comportamento. Assim, deverá tentar conhecer o máximo possível sobre o período de vida anterior do animal e, idealmente, ter algum contacto com ele antes de decidir definitivamente adoptá-lo. Por outro lado, a escolha de um cão adulto tem a vantagem de permitir obter um animal com uma maior semelhança àquilo que se pretende em termos de temperamento, porte, pelagem, etc.

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Escolho um cão ou uma cadela?

A decisão não é fácil, ambos os sexos têm prós e contras. A maioria das pessoas tem relativamente a aspecto as suas preferências.

As fêmeas são mais dóceis, o seu treino é mais fácil, criam laços mais facilmente com as pessoas da família. O seu principal inconveniente está relacionado com o cio. Os machos são mais independentes e naturalmente de treino mais difícil.

O seu principal inconveniente em termos de higiene é a marcação do território com urina. Poderão também ocorrer problemas de convivência com outros animais por aspectos relacionados com a disputa pela liderança.

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A chegada à nova casa

A chegada de um novo cão a casa implica alguma preparação. O novo animal gostará de ter um espaço reservado para si, normalmente aquele onde é colocada a sua cama. Não se esqueça que, para já, o cão precisará de uma cama, de recipientes para a comida e para a água, de brinquedos, de uma coleira e de uma trela. Deverá também ter escolhido o veterinário que acompanhará o seu animal.

Quando o cachorro chega sua à nova casa, acabou de atravessar um momento particularmente difícil da sua vida: foi desmamado e separado da sua mãe e irmãos de ninhada e, como se isso não bastasse, foi tirado do ambiente que lhe era familiar.

Assim, e ainda pelo facto de ser um animal muito jovem, é natural que se sinta um estranho e que passe muito tempo a dormir. Perante isto, sendo um novo dono ansioso por conviver com o cão, não caia na tentação de achar que carinho significa começar a perdoar as “primeiras asneiras”.

Carinho é antes de mais acompanhar o seu animal e ensinar as regras para uma boa convivência, reprimindo os maus hábitos e recompensando os bons, e criando assim os laços emocionais necessários para uma relação duradoura.

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A escolha do nome

A escolha do nome para o seu novo cão também não pode ser uma tarefa precipitada.

Deverá evitar que o nome dê origem a confusões. Assim, não escolha nomes cujo som se assemelhe aos comandos básicos (senta, deita, etc.) ou aos nomes das pessoas ou de outros animais da casa para que não haja qualquer confusão. Prefira um nome curto, é mais fácil de reconhecer e não se esqueça que caso esteja a escolher um nome para um cachorro, o nome deverá também ser adequado para o animal quando crescer.

Caso adquira um animal mais velho poderá decidir mudar-lhe o nome. Normalmente esta tarefa tem o seu êxito facilitado quando o animal associava o seu nome anterior a qualquer tipo de punição, ou seja quando ouvir o nome tinha para ele um significado desagradável. É mais fácil para o animal aceitar um novo nome que passe a associar a algo agradável do que transformar o desagradável em agradável.

Assim, quando tem a certeza que o animal associa o nome a algo desagradável ou quando desconhece o que se passou anteriormente com o animal, é sempre preferível adoptar um novo nome.

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