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Visita ao veterínário
Cuidados de higiéne
Cuidados reprodutivos
Cuidados alimentares
Cuidado com o calor!
Visita ao veterínário

Quando adquirir o seu cão deverá tentar saber qual é o seu estado em termos de desparasitação e vacinação. Muitas vezes, quando são adquiridos, os cachorros foram já desparasitados e talvez até alguma vacina administrada.

De qualquer forma, um dos primeiros cuidados que deverá ter com o seu novo cão é fazer uma visita ao veterinário, para que este proceda a um exame detalhado do animal e determine o programa vacinal a que o animal será submetido.

Estes programas, quando adequados, têm em consideração as exigências sanitárias, ou seja as vacinas de administração obrigatória, e a situação epidemiológica local, ou seja os problemas que na região são mais comuns e contra os quais o animal deverá estar protegido através da vacinação.

Na visita ao veterinário deverá fazer-se acompanhar pelo boletim sanitário do animal (caso este já o tenha) e dispor de toda a informação possível a seu respeito (data de nascimento, tipo de parto, doenças dos progenitores, doenças anteriores quando se trate de animais mais velhos, etc.).

Nesta altura, poderá aproveitar para esclarecer com o veterinário as dúvidas que tiver relativamente à alimentação do animal ou a outros aspectos que julgue necessários.

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Cuidados de higiéne

Banhos


Normalmente os cachorros não devem tomar banho antes dos dois meses de idade. Excepto quando o veterinário lhe indique outra frequência, o cão poderá então tomar banho, em média, de duas em duas semanas; a frequência poderá ser superior no verão (no máximo, um banho por semana) e diminuir no inverno.

A necessidade de banhos mais ou menos frequentes está também ligada ao tipo de pelo dos animais.

Utilize sempre champôs adequados para cães, normalmente champôs neutros, e água morna, especialmente durante o tempo mais frio, em que deverá também escolher as horas mais amenas para o banho.

Existem no mercado diversos champôs para cães, apenas com a função de limpeza ou com esta associada a acção antiparasitária de prevenção de infestações por pulgas e carraças.

 

Pelagem


Os cuidados com a pelagem fazem parte dos cuidados básicos de higiene dos cães.

Além de permitir que os animais tenham um aspecto limpo e saudável, a escovagem regular ajuda a detectar problemas como dermatites ou infestações por ectoparasitas, e ajuda a habituar o animal a ser manuseado, o que, especialmente no caso dos cachorros, contribuirá para futuramente ter um cão mais calmo.
 
Tal como no caso do banho, a frequência da escovagem depende em grande parte do comprimento e do tipo de pelo. Existem no mercado diversos produtos auxiliares dos cuidados da pelagem, formulados especificamente para cães. 

 

Ouvidos


Deverá também cuidar regularmente da limpeza dos ouvidos do seu cão, utilizando uma cotonete ou uma mecha de algodão, e tendo o cuidado de não a introduzir demais no canal auditivo, correndo o risco de provocar qualquer lesão no animal.

As limpezas em maior profundidade deverão ser reservadas para o veterinário.

Poderá tentar retirar os pêlos presentes junto ao canal auditivo externo, que contribuem para o aparecimento de problemas, bastante mais comuns nas raças de orelhas pendentes.

 

 

Cuidados dentários


Os cuidados dentários têm também uma importância a salientar.

Os cães têm duas dentições, a temporária e a definitiva.

A dentição temporária é constituída por 28 dentes, 14 em cada maxilar; a erupção destes dentes ocorre a partir das 3 semanas de idade estando completa às 6 semanas de idade. 

A dentição definitiva é constituída por 42 dentes, 20 superiores e 22 inferiores; a substituição dos dentes incisivos temporários pelos definitivos decorre entre os quatro meses e os sete meses de idade.

Durante esta fase os animais têm comichão nas gengivas e tendem a roer objectos para a aliviar. Assim, os animais devem ter à sua disposição brinquedos para roer, de modo a evitar que destruam os objectos e mobiliário de casa.

As cáries, tártaro e inflamações das gengivas são problemas que também acontecem nos cães e que podem ser evitados, ou ver diminuída a sua gravidade, seguindo algumas regras básicas.

Deve escovar os dentes do seu cão, de preferência diariamente (no mínimo, uma vez por semana), utilizando uma escova de dentes específica para cães (alternativamente poderá utilizar uma escova infantil) e uma pasta formulada também especialmente para cães.

Habitue o animal à escovagem dos dentes, começando por lhe massajar as gengivas com os seus dedos, depois com uma gaze enrolada à volta do dedo e finalmente com a escova.

Depois de habituado à escova poderá então introduzir a pasta de dentes. A alimentação desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de tártaro. Devem ser evitados alimentos cuja consistência favoreça a aderência aos dentes.

Os alimentos e os brinquedos que estimulam a mastigação desempenham também uma função profiláctica importante.

 

Corte de unhas

É também comum, especialmente nos cães mais pequenos, a necessidade de aparar as unhas.

Poderá fazê-lo em casa, utilizando de preferência um instrumento adequado para cortar unhas a cães, e tendo o cuidado de não cortar demasiado provocando uma hemorragia.

Quando as unhas são claras, é relativamente fácil verificar até onde é possível cortar sem ter esse problema; quando as unhas são escuras poderá ser mais prudente reservar a tarefa para o veterinário. 

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Cuidados reprodutivos

Ciclo reprodutivo

Embora com alguma variabilidade, especialmente entre raças, em média as cadelas atingem a maturidade sexual aos seis meses de idade, ou seja manifestam nesta idade o primeiro cio. No entanto, lembre-se que as cadelas não devem ser cobertas tão precocemente, já que não completaram ainda o seu crescimento e isso poderia comprometê-lo, bem como à sua via reprodutiva posterior. Idealmente poderão ser cobertas a partir do terceiro cio. O intervalo entre cios, embora também variável é de cerca de seis meses.

O ciclo reprodutivo pode ser dividido em quatro fases, o proestro (em que os machos são atraídos mas a cobrição é recusada pela fêmea), o estro (em que a fêmea aceita o macho), o metaestro (abrange a gestação, parto e lactação nas fêmeas em que a cobrição teve êxito) e o anestro (período de repouso sexual).

Os indícios mais evidentes da aproximação do período fértil são a tumefacção da vulva e um corrimento sanguinolento. O cio dura cerca de 15 a 20 dias. Durante o cio não existe qualquer restrição relativamente a banhos. Os principais cuidados a ter referem-se aos passeios do animal durante este período fértil, já que todos as precauções são poucas.

No início do cio o comportamento da cadela altera-se, ficando geralmente mais dócil e mais activa. A congestão da vulva é seguida de um corrimento seroso e em seguida sanguinolento. Normalmente as fêmeas estão receptivas à cobrição sete dias depois do início do corrimento sanguinolento. Nesta altura, caso pretenda que a sua cadela fique gestante, bastará normalmente juntá-la com o macho. De uma forma geral, são as fêmeas que se deslocam ao “território” dos machos, embora isto não seja imprescindível a uma reprodução com êxito. Deverá deixar os animais juntos durante alguns dias para aumentar as probabilidades de êxito. O ideal é repetir o acasalamento 2 ou 3 vezes com um intervalo de 24 horas.

 

Cuidados com as cadelas gestantes

Nas cadelas, a gestação tem uma duração de 58 a 63 dias. O seu diagnóstico pode ser feito precocemente através de ultra-sons, utilizando-se também outros métodos, como a palpação e o exame radiográfico, mas em fases mais tardias.

A maioria das cadelas não manifesta problemas durante a gestação. A sua ingestão aumenta apreciavelmente, até cerca de 50%. Poderá nesta fase optar por uma ração adequada para cadelas gestantes. Alternativamente, poderá utilizar suplementos à dieta normalmente utilizada, devendo neste campo aconselhar-se com o veterinário. É uma boa prática administrar os alimentos uma maior número de vezes por dia e em menor quantidade de cada vez.

Durante a gestação não administre qualquer medicamentos às cadelas, incluindo qualquer formulação contra parasitas, a não ser que o faça a conselho do veterinário.

 

Cuidados durante o parto

À medida que o dia do parto se aproxima as cadelas ficam mais inquietas, com micções frequentes e procuram locais sossegados onde procuram construir o seu ninho. Os primeiros sinais de parto manifestam-se em geral cerca de 48 horas antes. A cadela mantém-se no ninho e à medida que o parto se aproxima fica inquieta, a sua respiração torna-se mais acelerada e tem dificuldade em encontrar uma posição cómoda para se manter deitada. Cerca de 12 horas antes do parto, o animal perde o apetite, pode ser detectado um corrimento vaginal e a temperatura corporal diminui cerca de um grau. Depois do início das contracções o primeiro cachorro pode demorar até quatro horas a nascer.

Durante o parto a cadela deve ser mantida sob vigilância. Normalmente a cadela pare deitada e o intervalo entre o nascimento dos cachorros da ninhada varia entre cerca de quinze minutos a uma hora. Cada cachorro nasce envolvido no saco amniótico. A cadela rompe o saco amniótico, corta o cordão umbilical e lambe os filhos, limpando-os e estimulando a circulação. Normalmente os cachorros encontram as mamas das cadelas, mas depois da cadela lamber cada filho que nasce poderá ajudá-los nessa tarefa colocando-os junto das mamas e deixando-os mamar entre os nascimentos dos restantes cachorros da ninhada.

 

Cuidados com a mãe e com a sua nova ninhada

Ao nascimento os cachorros não têm o seu sistema imunitário completamente desenvolvido. Tal como acontece com muito outros mamíferos, os cães obtêm os anticorpos que lhes permitirão imunidade a diversas doenças durante as primeiras semanas da sua vida mamando o colostro (secreção da glândula mamária que precede o leite). No entanto, os animais devem mamar o colostro o mais precocemente possível já que além do seu intestino se tornar impermeável às moléculas de anticorpos, a concentração destes anticorpos no colostro diminui também rapidamente depois do parto. Assim, em termos de imunidade não tem qualquer utilidade ingerir a secreção mamária apenas depois das 24/48 horas de vida. Certifique-se que todos os cachorros mamam na mãe facilmente. Em circunstâncias normais os cachorros mamam de duas em duas horas, até ficarem com o estômago arredondado, e mantêm-se sossegados. Aos 10 dias de idade o seu peso corporal deverá ser o dobro do peso ao nascimento.

Em média os cachorros abrem os olhos cerca das duas semanas de idade e vêm nitidamente às 4 semanas de idade. Rastejam aos 7 a 14 dias, andam aos 16 dias e tem uma postura normal aos 21 dias de idade.

Poderá começar a introduzir alimentos sólidos na dieta dos cachorros a partir das três/quatro semanas de idade, quando tendem a imitar a mães a comer e esta já evita que eles mamem pela dor que lhe provocam devido à erupção dos dentes; o desmame deverá estar completo cerca das cinco semanas de idade.

Depois do parto o apetite da mãe aumentará apreciavelmente. Durante os primeiros dias deverá levar para junto dela a comida e a água, pois não quererá deixar os cachorros. Nesta fase poderá optar também por uma ração adequada para cadelas em lactação. Deverá observar regularmente e cuidadosamente as mamas da cadela, procurando sinais de mamite (vermelhidão); caso ocorram, deverá procurar a ajuda do veterinário. Durante alguns dias depois do parto a cadela terá um corrimento vaginal sanguinolento que em seguida se torna mais escuro e deverá ter desaparecido completamente às duas/três semanas. Por vezes as cadelas têm também uma perda de pelo acentuada depois do parto.

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Cuidados alimentares

Especialmente no caso dos cachorros, deverá informar-se com o criador sobre a dieta que era oferecida ao animal que adquiriu. Normalmente os criadores começam a introduzir outros alimentos na dieta dos cachorros além do leite materno por volta das três/quatro semanas de idade; quando os animais são vendidos, cerca dos dois meses de idade, estão perfeitamente adaptados aos alimentados sólidos. Na altura do desmame é comum humedecer (e amolecer) as rações secas de modo a conseguir uma melhor habituação por parte dos animais. Existem também opções de dietas comerciais líquidas ou pastosas para uma melhor habituação. Quando trouxer o seu novo cachorro para casa, será uma boa prática manter a dieta administrada pelo criador durante os primeiros dias e, caso pretenda alterá-la fazê-lo progressivamente em seguida.

As necessidades alimentares de um cachorro são naturalmente diferentes das de um animal adulto; nesta fase de crescimento importante estão acrescidas as necessidades em proteína, vitaminas e minerais. Tratando-se de animais mais pequenos, os alimentos dos cachorros têm assim que ser menos volumosos mas, veicular todos os nutrientes necessários; a concentração de nutrientes nas dietas dos animais jovens tem assim que ser superior. O mais importante é fornecer ao seu animal uma dieta equilibrada e adequada à fase em que ele se encontra (por exemplo, cachorro, cão adulto, cadela gestante, cadela em lactação, etc.). É sempre uma opção melhor utilizar as rações disponíveis comercialmente, existindo diversas marcas e formulações indicadas para as diversas fases. Normalmente estas rações são classificadas em função da qualidade das matérias primas utilizadas em Super-Premium, Premium e Standart. A quantidade a fornecer ao animal depende da ração e normalmente está indicada na embalagem. Poderá também optar por preparar em casa as refeições do seu cão. Procure aconselhar-se junto do seu veterinário sobre a dieta mais indicada para o seu animal e lembre-se de que os cães não devem ser alimentados com os “restos” da casa. Lembre-se também que não deverá alterar bruscamente a dieta do cão. Caso seja necessária alguma alteração a introdução dos novos alimentos deverá ser progressiva, bem como a retirada dos antigos.

Até cerca dos quatro meses de idade poderá optar por quatro refeições diárias. Deverá habituar o animal ao horário das refeições, isto é, o recipiente com a comida não deverá estar sempre disponível. Pelo contrário, o animal deverá habituar-se a comer quando os alimentos lhe são apresentados e o recipiente retirado depois de passado o tempo necessário para ele o fazer. Entre os quatro e os seis meses poderá diminuir o número de refeições para três e a partir dos seis meses para duas. O animal deverá dispor sempre de água limpa e fresca.

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Cuidado com o calor!

Os cães sofrem muito mais com o calor do que os humanos. Não transpiram, com excepção das almofadinhas plantares onde se encontram glândulas sudoríparas, tentando sim manter a sua temperatura corporal dentro dos limites ideais aumentando a frequência respiratória, o que aumenta a quantidade de ar frio em contacto com a rede vascular pulmonar.

Existem algumas medidas básicas que devem ser acauteladas de modo a prevenir os sintomas e as consequências do calor, entre as quais:

- Ter sempre água fresca e sombra à disposição do animal

- Nos dias quentes os passeios mais demorados devem ser guardados para a noite ou manhã cedo.

- Nos cães de pelo comprido é aconselhável uma tosquia de verão.

- E não se esqueça:

Nunca deixe um cão fechado dentro de um carro, nem o leve para a praia durante as horas de maior calor.

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