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Raça Bordaleira de Entre Douro e Minho
Raça Campaniça
Raça Churra Algarvia
Raça Churra Badana
Raça Churra da Terra Quente
Raça Churra do Campo
Raça Churra Galega Bragançana
Raça Galega Mirandesa
Raça Churra Mondegueira
Raça Merino da Beira Baixa
Raça Merino Branco
Raça Merino Preto
Raça Saloia
Raça Serra da Estrela
Raça Bordaleira de Entre Douro e Minho

Raça com origem na região de Entre Douro e Minho. Estima-se que o efectivo desta raça seja de cerca de 80000 animais.

Padrão da Raça Bordaleira de Entre Douro e Minho

Aspecto geral
Pequena estatura, principalmente os da zona serrana, de cor geralmente branca.

Peso vivo adulto
Fêmeas 20 a 40 kg; machos 30 a 50 kg
Pele, velo e lã – velo heterogéneo, cobrindo todo o corpo, excepto a cabeça e as extremidades livres dos membros.

Cabeça
Pequena e adelgaçada para o focinho; em geral deslanada, havendo em muitos casos uma popa no frontal; perfil fronto-nasal recto; cornos raros nas fêmeas mas frequentes nos machos, curtos, em espiral incompleta, apertada junto à cabeça (em foice); olhos grandes e salientes; orelhas curtas e horizontais.

Pescoço
Proporcionado ao tamanho do animal; roliço e coberto de lã em toda a sua superfície; por vezes com uma ligeira barbela; má ligação ao tronco.

Tronco
De reduzidas dimensões transversais, costelas pouco arqueadas; linha superior horizontal; garupa estreita um pouco descaída.

Úbere
Globoso com tetos bem implantados

Membros
Curtos e finos nos animais da serra, dando-lhes um aspecto atarracado; mais desenvolvidos nos das terras baixas; sem lã abaixo dos joelhos e curvilhões; nádega mal musculada.

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Raça Campaniça

Raça com origem na região de Campo Branco (Alentejo), possuía no ano 2000 cerca de 5100 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associado a esta raça existe o produto certificado Borrego do Baixo Alentejo (IGP).
 

Padrão da Raça Campaniça

Aspecto geral - elipométrico a eumétrico, brevilíneo, mas bem proporcionado, sendo explorada na maioria dos casos na sua tripla função: carne, leite e lã.

Peso vivo adulto - fêmeas 35 a 45 kg, machos 60 a 65 kg

Pele, velo e lã - cor branca, sendo raros os exemplares pretos. Velo extenso e bem tochado, com madeixas quadradas, só não cobre a cabeça e as extremidades dos membros.

Cabeça - de tamanho médio; comprida, estreita e arredondada, de forma cónica; perfil craniano convexo a subconvexo, evidente na sua fronte, tanto longitudinal como transversalmente; deslanada mas com uma popa no frontal; cornos normalmente nos machos, com a forma de espiral aberta, grossos e, por vezes, nas fêmeas, onde são rudimentares; orelhas curtas, projectadas horizontalmente para fora; algumas manchas de pigmentação amarelada.

Pescoço - curto e roliço nos machos, mais comprido e delgado nas fêmeas; bem lanado; em geral sem barbela.

Tronco - pouco volumoso, mas bem proporcionado; linha dorso-lombar um pouco mergulhante; garupa de regular largura e comprimento, um tanto descaída; cauda de inserção baixa.

Úbere - globoso, com tetos bem implantados.

Membros - finos e deslanados abaixo dos joelhos e curvilhões; unhas fortes e de cor branca.

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Raça Churra Algarvia

Raça com origem na região do Algarve, possuía em 1999 cerca de 5270 animais inscritos no Livro Genealógico.
 
Padrão da Raça Churra Algarvia

Aspecto geral - animais de grande estatura, longilíneos, de perfil convexo, de pigmentação peculiar e lã churra branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 40 a 60 kg, machos 60 a 80 kg

Pelagem - pele branca, de pigmentação centrífuga formando malhas pretas de configuração característica em redor das órbitas e dos lábios, nas narinas e mento; orelhas pretas, totalmente ou só nas pontas; malhas pretas nos membros desde a quartela ao joelho e curvilhão, frequente malha preta na região anal, língua e paladar pigmentados na maioria dos animais.

Velo - de lã churra e branca, pouco extenso e pouco tochado, madeixas pontiagudas, abertas e compridas - 20 a 30 cm ; o velo cobre o tronco e o pescoço deixando livre a cabeça, as axilas, o ventre, as bragadas e os membros até ao codilho e um pouco acima do curvilhão.

Cabeça - relativamente pequena e desprovida de lã; fronte plana; chanfro convexo; órbitas regulares com olhos grandes; orelhas de tamanho médio, de alta inserção, projectando-se para fora e para os lados da cabeça; cornos de secção triangular, talhados por sulcos em toda a extensão, não muito grandes nas fêmeas, estão bem desenvolvidos nos machos, destacando-se da cabeça em espiral alargada de projecção horizontal.

Tronco - pescoço comprido, fino e roliço; garrote não muito saliente e de regular largura; peito relativamente estreito, pouco profundo e de costelas não muito arqueadas; garupa comprida, bem musculada e descaída; cauda comprida, grossa e gorda na base; úbere bem desenvolvido e um pouco carnudo.

Membros - finos e altos, deslanados abaixo do codilho e terço superior das pernas

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Raça Churra Badana

Raça com origem em Trás-os-Montes, possuía no ano 2000 cerca de 3000 animais inscritos no Livro Genealógico.
 

Padrão da Raça Churra Badana

Aspecto geral - estatura média e cor branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 40 a 45 kg, machos 50 a 65 kg

Pele, velo e lã - Pele fina e untuosa. Velo extenso mas aberto, de madeixas pontiagudas ou apinceladas, que quase toca o solo na época da tosquia; não reveste a cabeça e a extremidade dos membros.

Cabeça - geralmente sem cornos nas fêmeas os quais existem nos machos, com forma de espiral mais ou menos aberta; perfil craniano recto; chanfro ligeiramente convexo, com maior acentuação nos machos; focinho de tamanho regular, mas estreito; olhos grandes e vivos; lábios grossos; fronte revestida de lã, formando uma poupa; pigmentação acastanhada, mais ou menos escura, nas zonas deslanadas.

Pescoço - curto, de má ligação ao tronco; coberto de lã; ligeiramente embarbelado.

Tronco - de pequeno volume e reduzidos diâmetros transversais; costado pouco arqueado; garrote pouco saliente; região dorso-lombar mais ou menos horizontal mas estreita; garupa de dimensões reduzidas e um tanto descaída; pouca musculatura nas regiões posteriores; cauda comprida; bom revestimento lanar, deixando apenas a descoberto a parte da barriga.

Úbere - globoso, tetos bem conformados e implantados.

Membros - finos e curtos, dando ao animal um aspecto atarracado; pigmentados de castanho na sua porção deslanada; unhas fortes e rijas.

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Raça Churra da Terra Quente

Raça com origem em Trás-os-Montes, possuía no ano 2000 cerca de 55000 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associados a esta raça existem os produtos certificados Queijo Terrincho (DOP) e Borrego Terrincho (DOP).
 

Padrão da Raça Churra da Terra Quente

Aspecto geral - estatura média e cor branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 55 a 60 kg, machos 85 a 100 kg

Pele, velo e lã - velo extenso, de madeixas compridas e pontiagudas; não reveste a cabeça, a extremidade livre dos membros e, por vezes, a barriga.

Pescoço - estreito, revestido de lã, com barbela nos machos.

Tronco - peito relativamente estreito; região dorso-lombar horizontal e de medidas transversais médias; ventre volumoso, sendo às vezes deslanado; garupa em regra pouco ampla e um pouco descaída.

Úbere - bem desenvolvido, globoso e com sulco mediano; tetos regularmente desenvolvidos e de regular inserção.

Membros - finos, vigorosos, deslanados nas extremidades livres; nádega pouco desenvolvida; unhas rijas e pigmentadas.

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Raça Churra do Campo

Raça com origem na região da Beira Interior. Estima-se que o efectivo desta raça seja de cerca de 200 animais.
 

Padrão da Raça Churra do Campo

Aspecto geral – estatura pequena e cor branca

Peso vivo adulto – fêmeas 25 a 30 kg, machos 35 a 40 kg

Pele – fina, untuosa e elástica; de cor branca ou ligeiramente amarelada

Velo – relativamente extenso, só não cobrindo parte da cabeça e a extremidade livre dos membros, quase chega ao solo na época da tosquia; não muito tochado, com madeixas compridas e apinceladas.

Cabeça – pequena, deslanada, mas com lã na fronte (popa) e ganachas, perfis craniano e do chanfro rectos, cornos raros nas fêmeas e frequentes nos machos, fortes e espiralados, de secção triangular, olhos grandes; orelhas curtas e horizontais, zonas deslanadas com pigmentação castanha mais ou menos carregada.

Pescoço – curto, bem recoberto de lá, podendo apresentar uma ligeira barbela.

Tronco – pouco volumoso; linhas dorso-lombar mais ou menos horizontal; peito estreito, com as costelas pouco arqueadas; dorso e rins curtos e de reduzida largura; garupa de pequenas dimensões e ligeiramente descaída: barriga revestida de lã.

Úbere – volume e largura médios, com tetos curtos mas bem inseridos.

Membros – curtos, finos mas fortes, com unhas rijas; em geral pigmentados de castanho nas zonas deslanadas a partir dos joelhos ou dos curvilhões ou um pouco mais acima.

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Raça Churra Galega Bragançana

Raça com origem na região de Trás-os-Montes, possuía no ano 2000 cerca de 9000 animais inscritos no Livro genealógico.

Associado a esta raça existe o produto certificado Cordeiro Bragançano (DOP).
 

Padrão da Raça Churra Galega Bragançana

Aspecto geral – grande estatura, cor branca ou preta

Peso vivo adulto – fêmeas 35 a 50 kg; machos 50 a 60 kg

Pele – fina e untuosa, de cor branca ou amarelada

Velo – pouco extenso, não cobrindo a cabeça, o terço anterior do pescoço, a barriga e os cabos; composto por madeixas pontiagudas

Cabeça – tamanho médio, deslanada; perfil subconvexo; sem cornos nas fêmeas, os quais aparecem frequentemente nos machos; orelhas medianas, de alta inserção, arcadas orbitárias salientes, com olhos grandes; malhas pretas ou castanhas em volta dos olhos, no focinho e nas orelhas.

Pescoço – comprido e delgado com má ligação ao tronco; sem barbela e deslanado no seu terço anterior

Tronco – perto estreito; garrote e espáduas pouco destacados; linhas dorso lombar horizontal; garupa pouco volumosa e um tanto descaída; cauda comprida.

Úbere – globoso, com tetos bem implantados

Membros – altos e finos, pigmentados e deslanados nas extremidades livres; unhas rijas e frequentemente pigmentadas.

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Raça Galega Mirandesa

Raça com origem na província de Trás-os-Montes, possuía no ano 2000 cerca de 4500 animais inscritos no Livro Genealógico.
 

Padrão da Raça Churra Galega Mirandesa

Aspecto geral - pequena estatura e reduzida corpulência, de cor branca ou, menos frequente, preta

Peso vivo adulto – fêmeas 30 a 35 kg; machos 40 a 45 kg.

Pele, velo e lã - pele fina e untuosa, branca ou amarelada. Velo extenso e relativamente pesado; constituído por madeixas compridas e pontiagudas; cobre quase todo o corpo, deixando apenas a descoberto a cabeça e as extremidades livres.

Cabeça - em geral comprida, afilada, de perfil craniano subconvexo e deslanada; sem cornos nas fêmeas, os quais são frequentes nos machos, com forma espiralada e de secção triangular; olhos de tamanho médio e circundados por manchas pigmentadas de castanho escuro ou preto, nos indivíduos brancos, e brancas nos indivíduos pretos, distribuição pigmentar que se observa igualmente nas orelhas e lábios.

Pescoço - de má ligação ao tronco; comprimento médio mas pouco largo; coberto de lã em toda a sua superfície.

Tronco - pouco volumoso e estreito; costelas pouco arqueadas; garrote pouco saliente e espáduas achatadas; garupa um tanto curta e descaída, revelando fracas massas musculares; cauda comprida.

Úbere - globoso, com tetos bem implantados

Membros - curtos, mas fortes, frequentemente pigmentados, assim como as unhas, que são rijas e de tamanho médio; deslanados nas extremidades livres.

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Raça Churra Mondegueira

Raça com origem na região do Alto Mondego, possuía em 1999 cerca de 5146 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associado a esta raça existe o produto certificado Borrego da Beira (IGP).
 

Padrão da Raça Churra Mondegueira

Aspecto geral - estatura média e de cor branca

Peso vivo adulto - fêmeas 40 a 50 kg, machos 50 a 60 kg.

Pele, velo e lã - pele fina e untuosa, de cor geralmente branca, por vezes com pigmentação à volta dos olhos, nas orelhas e nas extremidades dos membros. Velo de mediana extensão, pouco tochado, de madeixas pontiagudas. Reveste o pescoço e o tronco, com excepção de parte da barriga; não reveste também a parte livre dos membros.

Cabeça - volume médio, deslanada mas com tufo de lã na fronte (popa); perfil craniano recto, chanfro ligeiramente convexo, sobretudo nos machos; orelhas horizontais, de comprimento médio; cornos em ambos os sexos, em forma de espiral aberta, rugosos e de secção triangular; boca grande, de lábios grossos, por vezes pigmentados de preto ou castanho; olhos grandes.

Pescoço - estreito, de forma triangular e revestido de lã; sem barbela nem pregas; ligação regular ao tronco.

Tronco - peito relativamente estreito, com costelas pouco arqueadas; linha dorso-lombar horizontal, sendo o dorso e o lombo estreitos; ventre de volume médio, em geral deslanado; garupa estreita, curta e um tanto descaída.

Úbere - globoso, de bom volume, revestido de pele fina e elástica, com sulco mediano evidente; tetos de bom desenvolvimento e, em geral, bem implantados.

Membros - finos mas fortes, deslanados na parte terminal; nádega pouco desenvolvida; unhas rijas.

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Raça Merino da Beira Baixa

Raça com origem na região da Beira anterior, possuía em 1999 cerca de 4195 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associado a esta raça existe o produto certificado Borrego da Beira (IGP)
 
 

Padrão da Raça Merino da Beira baixa

Aspecto geral - estatura pequena e de cor branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 30 a 45 kg, machos 45 a 55 kg.

Pele, velo e lã - pele fina e untuosa e por vezes com alguma pigmentação acastanhada na zona deslanada da cabeça e dos membros. Velo branco, de lã muito fina e frisada, muito extenso e tochado, com madeixas quadradas ou cilíndricas; reveste a fronte, as ganachas, todo o pescoço, tronco, ventre e muitas vezes os membros até quase às extremidades

Cabeça - pequena, um pouco larga e curta; perfil craniano subcôncavo; chanfro recto nas fêmeas e convexo nos machos; fronte e faces revestidas de lã; por vezes apresentam pigmentação acastanhada nas faces, focinho e patas; cornos ausentes nas fêmeas e frequentes nos machos, espiralados, rugosos e de secção triangular; orelhas curtas e horizontais; boca de tamanho médio, com lábios grossos.

Pescoço - curto, por vezes com barbela, bem coberto de lã em toda a sua superfície.

Tronco - de pequeno a médio volume, proporcionado no seu conjunto; garrote e espáduas pouco destacadas; linha dorso-lombar mais ou menos horizontal; garupa de largura média e um tanto descaída; totalmente coberta de lã, mesmo no ventre.

Úbere - de largura média, medianamente desenvolvido, com tetos curtos mas bem inseridos.

Membros - fortes, nem sempre aprumados; providos de unhas rijas e bem desenvolvidas; cobertos de lã até quase às extremidades. 

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Raça Merino Branco

Raça com origem na região do Alentejo, possuía no ano de 1999 cerca de 22000 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associados a esta raça existem os produtos certificados Borrego do Baixo Alentejo (IGP), Borrego do Nordeste Alentejano (IG) e Borrego de Montemor-o-Novo (IGP).
 

Padrão da Raça Merino Branco

Aspecto geral - tamanho médio, eumétrico e mediolíneo, de cor branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 45 a 60 kg, machos 75 a 90 kg

Pele, velo e lã - pele fina, untuosa e sem pigmentação. Velo muito extenso e tochado, com madeixas cilíndricas ou quadradas, regularmente homogéneo; cobre a cabeça, todo o pescoço, o ventre, os membros quase até às unhas e os testículos.

Cabeça - tamanho médio, larga e curta; perfil craniano subconvexo; chanfro recto nas fêmeas e convexo nos machos; boca grande, com lábios grossos; olhos grandes e expressivos, com arcadas orbitarias não muito salientes; orelhas pequenas e horizontais; cornos ausentes nas fêmeas mas frequentes nos machos, enrolados em espiral fechada, rugosos e de secção triangular; bem revestida de lã, a qual cobre por vezes parte das faces e do frontal.

Tronco - volume mediano; garrote pouco destacado, seguido de uma linha dorso-lombar horizontal; espádua regularmente relacionada e desenvolvida; costado mediamente arqueado; ventre desenvolvido; dorso e rins de comprimento e largura médios; garupa curta e ligeiramente descaída; no seu conjunto o tronco apresenta um todo harmonioso.

Úbere - largo e bem inserido, com tetos curtos, mas bem implantados. Membros fortes e regularmente aprumados; curvilhões grossos tal como as restantes articulações; revestimento lanar em geral até abaixo dos joelhos e dos curvilhões.

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Raça Merino Preto

Raça com origem na região do Alentejo, possuía no ano de 1999 cerca de 6900 animais inscritos no Livro Genealógico

Associada a esta raça existe o produto certificado Borrego do Baixo Alentejo (IGP).
 

Padrão da Raça Merino Preto

Aspecto geral - tamanho médio, eumétrico e mediolíneo, de cor branca.

Peso vivo adulto - fêmeas 40 a 50 kg, machos 70 a 80 kg.

Pele, velo e lã - pele fina, untuosa e sem pigmentação. Velo preto muito extenso e tochado, com madeixas cilíndricas ou quadradas, regularmente homogéneo; cobre a cabeça, todo o pescoço, o ventre, os membros quase até às unhas e os testículos.

Cabeça - tamanho médio, larga e curta; perfil craniano subconvexo; chanfro recto nas fêmeas e convexo nos machos; boca grande, com lábios grossos; olhos grandes e expressivos, com arcadas orbitarias não muito salientes; orelhas pequenas e horizontais; cornos ausentes nas fêmeas mas frequentes nos machos, enrolados em espiral fechada, rugosos e de secção triangular; bem revestida de lã, a qual cobre por vezes parte das faces e do frontal.

Tronco - volume mediano; garrote pouco destacado, seguido de uma linha dorso-lombar horizontal; espádua regularmente relacionada e desenvolvida; costado mediamente arqueado; ventre desenvolvido; dorso e rins de comprimento e largura médios; garupa curta e ligeiramente descaída; no seu conjunto o tronco apresenta um todo harmonioso.

Úbere - largo e bem inserido, com tetos curtos, mas bem implantados.

Membros - fortes e regularmente aprumados; curvilhões grossos tal como as restantes articulações; revestimento lanar em geral até abaixo dos joelhos e dos curvilhões.

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Raça Saloia

Raça com origem na região de Lisboa e concelhos limítrofes, possuía no ano de 1999 cerca de 6564 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associado a esta raça existe o produto certificado Queijo de Azeitão (DOP).
 

Padrão da Raça Saloia

Aspecto geral - estatura mediana; esqueleto bem desenvolvido, regularmente musculado; de cor branca e aptidão predominantemente leiteira.

Peso vivo adulto - fêmeas 40 a 50 kg, machos 50 a 70 kg.

Pele, velo e lã - pele fina, elástica e untuosa, pigmentada nas partes deslanadas (orelhas, chanfro, face e extremidades dos membros), variando a pigmentação desde o castanho escuro ao castanho claro, por vezes pardo, e apresentando ou não malhas. Velo de lã branca, por vezes com pigmentação amarelada, com madeixas quadradas ou cilíndricas, com muito sugo e sem pêlos cabrios; a lã é fina e frisada.

Cabeça - mediana, de forma piramidal, deslanada; fronte estreita, plana ou ligeiramente convexa; olhos grandes; face comprida e estreita e de forma triangular; chanfro recto ou ligeiramente convexo; orelhas médias, horizontais ou ligeiramente descaídas; machos com cornos fortes e espiralados e fêmeas sem ou com cornos finos e em forma de foice, em qualquer dos casos de secção triangular, mais vincada no macho.

Tronco - pescoço de comprimento médio, com barbela; garrote pouco saliente; costelas pouco arqueadas; garupa ligeiramente descaída; ventre volumoso; úbere bem desenvolvido, de forma globulosa ou em fundo de saco, de pele elástica, sulco mediano evidente e tetos de tamanho irregular.

Membros - vigorosos, bem proporcionados, de tamanho médio, deslanados desde um pouco acima dos joelhos e curvilhões. 

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Raça Serra da Estrela

Raça com origem no, possuía no ano 2000 cerca de 10000 animais inscritos no Livro Genealógico.

Associados a esta raça existem os produtos certificados Queijo da Serra (DOP) e Borrego da Serra da Estrela (DOP)
 

Padrão da Raça Serra da Estrela

Aspecto geral - estatura mediana, esqueleto bem desenvolvido, regularmente musculado, de cor branca ou preta, com aptidão predominantemente leiteira.

Peso vivo adulto - fêmeas 50 a 55 kg, machos 80 a 100 kg.

Pele, velo e lã - pele fina, elástica e untuosa, branca e com reduzida pigmentação nas extremidades, ou preta. Velo branco ou preto, pouco extenso não abrangendo a cabeça, a barriga e os membros; pouco tochado de madeixa cilíndrica ou pontiaguda; pelos cábrios mais abundantes na parte dorsal (posterior) do animal. Lã de tipo cruzada fina, pouco ondulado, toque suave ou ligeiramente áspero.

Cabeça - mediana de forma piramidal, deslanada, fronte estreita e plana, arcadas orbitárias salientes, olhos grandes, face comprida e estreita de forma triangular, chanfro convexo e liso, boca rasgada de lábios grossos; cornos em ambos os sexos, de comprimento variável, de forma espiralada, rugosos, fortes na base, finos e mais claros na ponta.

Pescoço - comprido, delgado, de forma tronco cónica, sem barbela, garrote largo e pouco destacado, espáduas oblíquas compridas e estreitas, costado bem arqueado.

Tronco - dorso e lombo compridos e largos, garupa comprida e de regular largura; ventre volumoso.

Úbere - de forma globosa desenvolvido com sulco mediano evidente; tetos grandes e bem implantados.

Membros - finos e compridos, bem aprumados, deslanados abaixo do joelho e curvilhão; unhas pequenas e rijas.

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