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Pragas de aves e seu controlo

Embora normalmente se considere que a presença de aves no meio urbano é benéfica, algumas espécies têm também efeitos prejudiciais quando se encontram em grande quantidade no habitat humano, nomeadamente transmitindo doenças, contaminando os alimentos e a água e provocando perdas em diversos bens. 
 
A razão que mais frequentemente justifica o facto de se considerarem algumas aves como pragas é deposição indiscriminada de fezes nos bancos de jardim, edifícios, estátuas, veículos, etc., que além de desagradáveis à vista e ao olfacto, podem também manchar ou provocar a corrosão de estruturas metálicas, e em grandes quantidades provocar problemas à vegetação presente devido à sua acidez.

Também frequentemente os ninhos das aves tapam estruturas de escoamento de águas e transportam para as habitações outras pragas que afectam o homem e os seus bens. O papel das aves na contaminação dos alimentos com fezes, penas, materiais dos ninhos e ectoparasitas é também de considerar quando se encontram próximas de indústrias alimentares, restaurantes, armazéns de alimentos, etc.

Entre os ectoparasitas mais comuns das aves contam-se ácaros, pulgas, moscas e percevejos.

Em Portugal as principais espécies de aves envolvidas nas pragas urbanas são os pombos e as andorinhas.

Nas áreas urbanas os pombos alimentam-se essencialmente com os restos de comida e lixo deixados pelo homem. Associam-se em bandos que podem incluir centenas de animais que gostam voar, alimentar-se e repousar juntos, sempre nas mesmas zonas.

Na Europa as andorinha começam a instalar-se no início do Verão, voltando frequentemente ao mesmo ninho ano após ano. Alimentam-se de insectos, principalmente de moscas e mosquitos que caçam durante o voo.
 


Controlo de Pragas de Aves

O controlo de pragas de aves inclui essencialmente alterações do habitat, abrangendo a disponibilidade de alimentos e de água e os locais de repouso e nidificação, associadas a medidas de controlo mais específicas.

Em cada local deve observar-se o comportamento das aves com a finalidade de saber qual o objectivo da sua permanência. Isto porque, por exemplo, num local que as aves procurem para repouso, não terá qualquer impacto a diminuição das disponibilidades de alimento e/ou de água.

Por outro lado, haverá casos em que é difícil, senão mesmo impossível, eliminar o que é procurado pelas aves num determinado local, como por exemplo fontes e lagos em jardins ou certos pormenores arquitectónicos em edifícios, pelo que terão que ser adoptadas outras medidas.

A destruição de ovos e ninhos, permite reduzir de uma forma importante o número de aves presente. No entanto, uma medida deste tipo só deverá ser implementada se as regras vigentes no local em causa o permitirem e depois de avaliar devidamente o impacto na opinião pública.

A utilização de repelentes é um instrumento importante no controlo das pragas de aves.

Os repelentes químicos para as aves apresentam-se normalmente como iscos, armadilhas de cola, pastas, géis e outros produtos que evitam que as aves pousem e se instalem nos edifícios.

Geralmente a toxicidade destes produtos para as aves é reduzida, limitam-se a provocar uma sensação de calor nos membros quando os animais se apoiam neles o que faz com que se movam para outro local.

Os repelentes mecânicos são estruturas que impedem que as aves pousem em determinado local. Normalmente têm bordos cortantes e pontas afiadas pelo que devem ser colocados fora do alcance das pessoas e dos animais domésticos. Devem ser inspeccionados e limpos regularmente.

Os repelentes eléctricos são estruturas tipo cabos eléctricos, com uma acção semelhante às cercas eléctricas que se utilizam frequentemente para espécies pecuárias, que produzem uma descarga não letal nos animais que as tocam. Não são perigosos para o homem, podendo ser instalados junto de estátuas, monumentos e outros edifícios. Requerem uma inspecção e manutenção regular.

A utilização de repelentes visuais tira proveito da excelente capacidade de visão das aves e da sua resposta a novos objectos. Assim, a colocação de objectos novos de coloração diferente e brilhante pode ter o efeito de repelente visual.

No entanto, os efeitos diminuem à medida que as aves se habituam à presença dos novos objectos, pelo que são medidas de curto prazo.

Os repelentes sonoros são ruídos estridentes, repentinos, não comuns que têm como objectivo espantar as aves mas que não são muito comuns em zonas urbanas pelo incómodo que podem causar.

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