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Mundo Animal » PRAGAS » Pragas de Roedores » Pragas de roedores e seu controlo
Pragas de Roedores e seu Controlo
Aparência
Alimentação
Hábitos e características biológicas
Alguma características distintivas dos roedores comensais
Outras pragas urbanas de roedores
Controlo de pragas de roedores
Pragas de Roedores e seu Controlo

Entre as pragas urbanas, as de roedores ocupam sem dúvida um lugar de destaque.
Os roedores são os mais importantes competidores do homem relativamente aos alimentos e outros bens e, quer a nível industrial quer a nível doméstico, podem encontrar as condições ideais para uma rápida multiplicação: disponibilidade de alimentos e água, refúgio e ausência de predadores e competidores. 

Podem ocorrer pragas urbanas de roedores nas habitações, nos supermercados, nos restaurantes, nos armazéns de produtos alimentares, nas indústrias alimentares, nos esgotos, nas escolas, nos hospitais, etc. Além de poderem entrar pela janelas e portas, os roedores podem também entrar nos edifícios através de aberturas das canalizações, ventiladores e algerozes. A sua origem pode ser diversa, desde edifícios contíguos até à introdução nos edifícios de mercadorias infestadas. 


As espécies de roedores mais vulgarmente implicadas nas pragas urbanas são:

- Mus musculus - rato caseiro ou ratinho

- Rattus norvegicus - ratazana dos esgotos ou ratazana castanha

- Rattus rattus - ratazana preta ou caseira

Estas espécies consideram-se oportunistas ou comensais, isto é, dependem de uma forma importante da presença do homem, cujos alimentos e desperdícios constituem a sua principal fonte alimentar.

Por outro lado, a proximidade do homem protege-os contra muitos inimigos naturais. Provocam estragos consideráveis nos locais que infestam, consumindo alimentos e contaminando-os com fezes, urina e pelos, estragando mobiliário, roupas e documentos.

Destroem mais do que consomem já que um dos seus objectivos é manter os dentes afiados. Os roedores são ainda reservatórios ou veículos de agentes etiológicos de diversas doenças que afectam o homem e os animais domésticos.

São animais de actividade essencialmente nocturna, a sua visão é reduzida, mas têm um tacto, ouvido e olfacto muito apurados. Não gostam de áreas abertas, preferem o contacto com as paredes e outros objectos. As ratazanas são bastantes cautelosas, enquanto os ratos são mais curiosos.

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Aparência

Rato caseiro (Mus musculus)

Roedor de pequeno porte com cerca de 15 g de peso. A distância entre a extremidade do focinho e a base da cauda é igual ou inferior a 100 mm; a cauda é de dimensão superior, acastanhada e com uma tonalidade mais clara na base. As orelhas são grandes e ultrapassam ligeiramente os olhos quando rebatidas, o focinho é pontiagudo e os olhos são pequenos. A coloração geral da pelagem varia mas é normalmente cinzenta ou castanha mais acentuada na região dorsal, nos flancos ocorrem tonalidades amareladas e a região ventral é mais clara. Membros amarelados ou acinzentados com os dedos brancos.

 

Ratazana dos esgotos ou ratazana castanha (Rattus norvegicus)

Espécie de grandes dimensões e robustez, o seu peso varia entre 200 e 500 g . A distância entre a extremidade do focinho e a base da cauda varia entre 21 e 27 cm e a cauda tem uma dimensão inferior. As orelhas são pequenas, não atingem os olhos quando rebatidas, o focinho é achatado. Os olhos são pequenos. Pelagem da região dorsal escura, castanha-acinzentada por vezes avermelhada na parte posterior, regiões laterais mais claras, região ventral e membros de cor branca acinzentada. Cauda bicolor, mais escura na parte superior. Pelagem áspera.

 

Ratazana preta ou caseira (Rattus rattus)

Dimensões e robustez inferior ao Rattus norvegicus, o seu peso varia entre 150 e 200 g. A distância entre a extremidade do focinho e a base da cauda varia entre16 e 24 cm, a cauda tem uma dimensão superior. As orelhas são grandes, atingem os olhos quando rebatidas e o focinho é pontiagudo. Pelagem da região dorsal preta a acinzentada escura, região ventral de cor cinzenta escura a acinzentada clara. Cauda de coloração uniforme. Pelagem lisa e lustrosa.


Principais aspectos morfológicos a ter em conta na distinção entre a ratazana preta e a ratazana dos esgotos

 

Ratazana dos Esgotos Ratazana Preta
Focinho Achatado Pontiagudo
Olhos Pequenos Grandes
Orelhas Pequenas Grandes
Cauda Menor que cabeça + corpo Maior que cabeça + corpo 
Pelagem Pelagem Castanha acinzentada a vermelha Preta a cinzenta escura 
Porte Porte Maior – 200/500 g  Menor – 150/200 g

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Alimentação

 

Rato caseiro (Mus musculus)

Espécie omnívora, com um espectro alimentar variado quando em estreita associação com o homem. Nas habitações procura essencialmente cereais, alimentos de aves e alimentos secos de animais de companhia. Subsiste durante períodos apreciáveis sem água. Comem pequenas quantidades frequentemente (cada 1 a 2 horas) mas têm duas refeições principais, ao anoitecer e ao amanhecer. Ingerem diariamente uma quantidade de alimento de cerca de 3 a 4 gramas. Comem-se uns aos outros quando não existe alimento disponível e comem também baratas alemãs nos edifícios com infestações desta espécie.

Ratazana dos esgotos ou ratazana castanha (Rattus norvegicus)

Espécie omnívora, com uma dieta muito variada, devido à sua grande proximidade ao homem, mas tendo preferência por alimentos com teores elevados de proteína e hidratos de carbono. Comem grandes quantidades de cada vez, num total de 25 a 30 g por dia. Não subsistem sem água.

Ratazana preta ou caseira (Rattus rattus)

Espécie omnívora com preferência por sementes, vegetais e frutos frescos. Come grandes quantidades de uma vez. Pode subsistir longos períodos sem água.

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Hábitos e características biológicas

Rato caseiro (Mus musculus)

Nas zonas urbanas podem viver em praticamente todas instalações relacionadas com o homem (habitações, armazéns, supermercados, restaurantes, câmaras frigoríficas, etc.), onde existam alimentos e um ambiente seco.

Constroem os ninhos no interior dos edifícios, preferencialmente próximo dos alimentos, escondidos, utilizando materiais maleáveis como papel, material de isolamento ou partes de mobiliário.

A deslocação individual normalmente é reduzida, o seu raio de acção é de cerca de 10 metros. Têm necessidade de roer, pelo que atacam frequentemente cabos eléctricos, canos, objectos de cartão e madeira, etc. Passam através de pequenas aberturas, de cerca de 0.7 cm.

Ratazana dos esgotos ou ratazana castanha (Rattus norvegicus)

Apresenta uma antropofilia marcada, colonizando preferencialmente lixeiras, esgotos, jardins, muros, ribeiras, canais de rega e drenagem, instalações pecuárias, bermas de estradas, instalações industriais e marachas costeiras.

São excelentes nadadores, podem manter-se debaixo de água cerca de 30 segundos e podem entrar nos edifícios através das canalizações. No exterior os ninhos são normalmente subterrâneos e cavam galerias.

Dentro dos edifícios os ninhos são construídos com materiais moles localizando-se preferencialmente nos pisos inferiores, por baixo ou atrás de mobiliário ou equipamentos fixos, entre pilhas de produtos armazenados.

Roem preferencialmente madeira e cabos eléctricos. A sua actividade é essencialmente nocturna com picos ao anoitecer e ao amanhecer.

Quando as populações presentes são grandes, são perturbadas ou têm fome, é frequente a actividade diurna. O raio de acção é de cerca de 30 a 50 m. Passam através de pequenas aberturas (cerca de 1.3 cm).


Ratazana preta ou caseira (Rattus rattus)

Desenvolve-se em condições mais quentes que a espécie anterior. Coloniza preferencialmente áreas florestadas ou agricultadas com preferência por locais secos.

Na ausência do ratazana castanha coloniza os seus habitats preferenciais. Constroi os ninhos geralmente alguns metros acima do solo em árvores, telhados, sotãos, espaços sobre os tectos, espaços ao longo da linha do telhado, etc. O raio de acção é de cerca de 30 a 50 m.

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Alguma características distintivas dos roedores comensais

Característica Rato caseiro Ratazana dos esgotos  Ratazana Preta
Preferências alimentares Grãos      cereais     Alimentos proteicos/ hidratos de carbono   Sementes, frutos e vegetais frescos
Fezes:

Forma
Comprimento
 
 Grão de arroz  Cápsula   Fuso  
6 mm  19 mm 12 mm 
Tempo de gestação 19 dias  22 dias   22 dias
Crias por ninhada 4 – 7  8 – 12   4 – 8
Ninhadas por ano  8   4 - 7   4 - 6  
Capacidade nadar   Pode Excelente    Pode  

 

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Outras pragas urbanas de roedores

Rato cego

Encontra-se em todo o país e infesta preferencialmente zonas em que a cobertura vegetal do solo (para alimento e protecção) é abundante, solos leves, com um teor de humidade que permita cavas as galerias, locais protegidos de ventos e alagamentos. Alimenta-se de frutos, raízes, tubérculos e folhas.

É uma espécie muito voraz e acumula provisões em zonas próprias da toca. Esta possui duas partes distintas: um sistema de galerias pouco profundas com locais de refúgio e que serve para prospecção dos alimentos e um sistema de galerias profundas onde controem os ninhos e armazenam os alimentos.

As galerias, com um diâmetro de 2 a 4 cm, comunicam com o exterior através de buracos de saída abertos ou cobertos de montículos de terra.

Rato toupeira

Encontra-se normalmente a sul do Tejo. Prefere solos pouco compactos e com abundância de raízes. Alimenta-se de raízes, bolbos e tubérculos e na falta destes da parte foliar. As formas das galerias variam com o terreno e o alimento disponível.

A câmara dos ninhos tem normalmente diversas entradas e o depósito de alimentos a forma de um anel. As galerias, com 4 a 6 cm de diâmetro ligam a área central que contém os ninhos e o depósito com os restantes locais de actividade.

Nas época secas todas as saídas para a superfície estão cobertas de terra; na época mais húmida e nos locais de maior actividade podem observar-se alguma tocas abertas e bem dissimuladas na vegetação.

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Controlo de pragas de roedores

 
O delineamento correcto de um programa de controlo de roedores pressupõe a realização do seguinte:

1. Inspecção dos locais infestados com a finalidade de identificar a espécie e verificar quais as condições que favorecem o estabelecimento dos roedores.

2. Implementação de medidas de higiene que impeçam os roedores de obter alimentos e zonas de refúgio.

3. Implementação de medidas cujo objectivo seja eliminar os locais de entrada dos roedores.

4. Redução da população presente com raticidas, ratoeiras, etc.

Pode suspeitar-se da existência de uma praga de roedores ou confirmar a sua presença através de diversos sinais.

Quando se pretende combater pragas de roedores é fundamental identificar a espécie em causa, já que os ratos e as ratazanas exigem estratégias de controlo diferentes e os hábitos e comportamento relativamente aos iscos difere.

Antes de colocar ratoeiras com a finalidade de identificar a espécie e a dimensão do problema, obtêm-se normalmente bons resultados através de uma observação cuidada de fezes, trilhos, ninhos, marcas de roeduras, etc:

Sons
Depois de entrar nos locais em que existem roedores à noite, aguardar em silêncio durante alguns minutos e tentar ouvir sons de actividade de roedores: sons de roer, de trepar pelas paredes, guinchos, etc.


Zonas escavadas
No solo em direcção às paredes


Trilhos
Os trilhos são os caminhos percorridos diariamente pelos roedores desde o ninho até à área de alimentação. Normalmente são sempre os mesmos. A passagem contínua pelo mesmo local deixa manchas de gordura que se o trilho estiver a ser usado é fresco e se tiver sido abandonado estão secas e a descamar. O conhecimento dos trilhos percorridos pelos roedores é imprescindível para colocar ratoeiras, pós de pista e iscos.


Pegadas
Detectam-se mais frequentemente em zonas com pó, como por exemplo as ombreiras das portas e das janelas. Se não existirem zonas com pó este pode ser formado com um pó de pista. Trata-se de um pó seco, tal como a farinha ou o pó de talco, que é utilizado para detectar a presença e localização de roedores, pelas marcas deixadas pelas patas ou pela cauda. Não é tóxico, não os destroi, serve apenas para detectar a sua presença.


Marcas de roeduras
Os dentes dos roedores são de crescimento contínuo, o que contribui para a sua necessidade permanente de roer os materiais ao seu alcance.

Quando roem os ratos fazem pequenos buracos com cerca de 1 a 2.5 cm de diâmetro, os orifícios de roeduras deixados pelas ratazanas têm 5 cm ou mais de diâmetro.

Nas cozinhas encontram-se frequentemente marcas nos cantos de caixas de madeira e de cartão, tendo os animais removido estes materiais para construir os ninhos. Roem também barras de sabão.


Presença de feses
A forma mais simples de detectar uma infestação por roedores e de diferenciar o tipo de infestação (rato ou ratazana) baseia-se no tamanho das fezes.

As dos ratos são escuras e assemelham-se a um bago de arroz com cerca de 6 mm de comprimento. As fezes das ratazanas também são escuras mas a sua forma e tamanho difere: no caso da ratazana dos esgotos têm a forma de uma cápsula com cerca de 19 mm de comprimento e no caso da ratazana preta a forma é de fuso e o tamanho é inferior, de cerca de 12 mm.

A análise das fezes dá ainda outras informações. Por exemplo se estiverem duras e secas têm geralmente mais de três dias, se estiver presente uma grande variedade de tamanhos o ninho encontra-se próximo.


Odor a roedores
Um odor almiscarado persistente é sinal de infestação por roedores.


Visualização de roedores
Observar a área com uma luz forte, os olhos dos ratos reflectem a luz. Durante o dia é possível para os ratos, no caso de ratazanas só acontece quando a população é grande.


Marcas de sujidade
Em tubagens e em vigas onde a sujidade e a gordura da pelagem dos roedores deixam uma película gordurosa

Visualização de ninhos
A localização dos ninhos pode ajudar a identificar a espécie em causa.

 

A inspecção dos locais infestados permite também constatar as condições que favorecem a instalação e a sobrevivência de uma praga de roedores.

Assim, uma vez que as populações de roedores se estabelecem quando existe alimento, água e locais para a construção de ninhos, o objectivo inicial deve ser a prevenção ou a diminuição do número de roedores presente através da implementação de medidas de higiene e saneamento que permitam diminuir a disponibilidade daquelas condições.

O combate aos roedores envolve normalmente a utilização de métodos químicos.

Os compostos raticidas são formulados mais frequentemente como iscos. Os iscos tem que ser colocados em locais protegidos ou em caixas de isco que têm como principal objectivo proteger o produto, facilitar a sua identificar e impossibilitar o acesso a outros animais domésticos e às crianças.

Um controlo eficaz inclui um número suficiente de iscos convenientemente distribuidos a fim de assegurar que todos os roedores têm a oportunidade de ingerir uma quantidade suficiente de raticida que lhes cause a morte. Para os ratos os iscos devem ter entre si uma distância de 1 – 2 metros. Para as ratazanas esta distância deve ser de 7 a 10 metros.

Os iscos raticidas devem ser colocados nos ninhos, noutros locais que possam servir de refúgio aos roedores, nos locais de passagem dos roedores e noutros locais onde se julgue que podem passar. A posição dos iscos deve ser numerada e todos devem ser datados, de forma a conhecer sempre a data da última substituição ou inspeccão.

O responsável pela desratização deve ter um plano detalhado das instalações em que esteja assinalada a localização de todos os iscos. Colocando repetidamente um determinado isco nos trilhos dos ratos estes desenvolvem um reflexo condicionado que os leva a continuar a procurar esse isco. Alguns roedores possuem uma resistência natural aos raticidas, podendo continuar a ingerir durante várias semanas os iscos, sem que causem qualquer efeito.

Quando por exemplo ocorre resistência à warfarina, pode utilizar-se para os ratos alfacloralose ou brodifacum e para as ratazanas bromadiolona ou brodifacum.

 


Os aparelhos de ultra-sons emitem sons imperceptíveis para o ouvido humano (acima de 18 – 20 kHz) mas que são desagradáveis para os roedores. No entanto, não são uma solução ideal. Os animais adaptam-se a muitas situações e em pouco tempo habituam-se aos ruídos dos aparelhos. Se o que atraia os roedores anteriormente se mantiver, eles voltaram rapidamente. Os aparelhos de ultra-sons não são também uma solução isolada, podem fazer parte de um programa de controlo de roedores, por exemplo alterando o padrão de deslocações normal dos roedores de forma a atraí-los para ratoeiras.

 


As armadilhas para roedores ou ratoeiras podem ser úteis em locais de risco, tal como por exemplo na indústria alimentar, para capturar sobreviventes isolados depois de uma desinfestação ou para capturar exemplares com vista à sua identificação.

Têm a grande vantagem de impedir a morte dos roedores em locais inacessíveis com os consequentes maus odores ou surtos de moscas. Existem diversos modelos disponíveis, tanto para obter os roedores vivos como mortos, mas não têm a mesma eficácia em todas as espécies.

Assim, deve utilizar-se uma gama variada quando se pretende identificar a espécie envolvida. As espécies dos géneros Rattus e Mus não entram facilmente em ratoeiras fechadas e escuras. As ratoeiras devem conter comida e materiais utilizados pelos ratos para construção dos ninhos. Para o rato caseiro adaptam-se as ratoeiras de mola utilizando-se como isco por exemplo pão ou flocos de aveia.

Os ratos são por natureza muito curiosos, abertos a novos alimentos e outras novidades; assim quando da colocação de ratoeiras não é de estranhar um êxito elevado na captura de animais. Para as espécies omnívoras do género Rattus as ratoeiras mais adaptadas são as de mola ou em gaiola; para a ratazana dos esgotos os flocos de aveia são um isco indicado e para a ratazana preta os alimentos ricos em proteínas.

As ratoeiras são normalmente apetrechadas de isco, embora por vezes este não chegue a ser ingerido. Devem ser colocadas nos locais de passagem, nas entradas ou nos ângulos das paredes, com o isco virado para a parede nos locais onde é mais provável encontrarem-se os ratos. Os ratos são criaturas de hábitos e preferem utilizar sempre os mesmos percursos. Assim, é importante identificar os percursos para colocar as ratoeiras.

Os percursos podem ser identificados espalhando um pó de pista, farinha ou pó de talco nos locais suspeitos e examinando os trilhos – trata-se de um método de diagnóstico de actividade de roedores bastante seguro. Quando se colocam ratoeiras destinadas a ratos é fundamental colocar muitas.

Por exemplo se forem vistos um ou dois ratos numa cozinha de uma habitação devem colocar-se seis ratoeiras; no caso de um restaurante devem colocar-se 24 a 36 ratoeiras. As ratoeiras devem ser examinadas diariamente, para que, se necessário, sejam recarregadas com novo isco ou removidos os animais mortos.

 


As superfícies contendo materiais pegajosos destinam-se a maior parte das vezes a eliminar sobreviventes ocasionais de uma desinfestação. De uma forma geral, num pedaço de madeira ou cartão rijos desenha-se um círculo uma substância de alta viscosidade que agarra qualquer roedor que com ela entre em contacto.

No centro coloca-se um isco. São muito eficazes, mais com os ratos do que com as ratazanas. Devem ser colocadas nos trilhos dos animais. Não devem ser usadas em locais com muito pó nem em condições de temperatura muito baixa ou muito elevada.

 

 

 

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